SOBRE O AUTOR


Sérgio Sayeg nasceu em São Paulo, no Paraíso, bairro onde viveu toda a sua infância e adolescência. É descendente de libaneses. Completou todos seus estudos no Colégio Dante Alighieri. Posteriormente formou-se em Economia pela USP, onde também se pós-graduou. Foi pesquisador, professor universitário e trabalhou no serviço público estadual e municipal. Estreante no campo literário, o autor, na autoapresentação do livro, fornece pistas sobre o que será encontrado nas páginas seguintes: “Provindo dos áridos campos da Economia (...), pode parecer, em princípio, desvario inconsequente ter-se aventurado por caminho tão diametralmente oposto como o de lidar com verbo ao invés de verbas. Enganosa similitude morfológica que oculta atividades que guardam improváveis afinidades (...). Enlevado é, desde adolescente, pela arte de expressar-se através da escrita, sendo dotado de um estilo peculiar que poderíamos tipificar, na falta de adjetivação mais apropriada, de ‘miscelânico’’, já que congrega livremente elementos díspares provindos das mais estapafúrdias influências como a literatura surrealista de Franz Kafka, o cinema carismático de Frank Capra e a música dodecafônica de Frank Zappa”.

5 comentários:

ANGEL disse...

muito bom... satírico com o advogues e com a situação nada cômica de nosso país.
Divulguei no meu face.
Grata.. Sucesso.. escreve mais.

Alberto Couto Filho disse...

Fabulástico!

Pô! Não sabia como fazer para juntar fabuloso com fantástico - Deu nisso ai em cima.
Corrija, se julgar de bom alvitre.
Acreditas, se eu disser que não gostei?
Aceite com carinho meus embargos
Prossiga
Alberto

Francisco Zanella Nunes disse...

Como poderia definir esta "obra prima"? Merece 1a.pagina nos maiores jornais do País. Parabéns e obrigado por dizer tudo o que eu também queria, e agora está dito.
PROSSIGA para o nosso bem.

Armando Fiori disse...

Palavras... Saber usá-las é mais que um dom, é sabedoria. Fazer malabarismos com elas é como ser um Houdini, é magia que encanta, que fascina. És, meu caro, na minha simplória ótica, um Michelãngelo, um Da Vinci. Quem dera pudesse eu fazê-las minhas

Jane Junqueira disse...

ESPETACULAR,CORAJOSO e bem direcionado